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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Vanpaia Ni Onegai.
Yo Minna-san. Estou trazendo mais um super mangá shoujo para vocês.
Vanpaia ni onegai.
Título: Um pedido ao vampiro.
Mangaka: OOMI Tomu.
Sinopse: Ryouko está tendo um péssimo dia! Não só flagra seu colega de trabalho Miyake com quem deveria se encontrar chamando-a de anoréxica para uma mulher que ele estava beijando, como também é recusada por um vampiro por não parecer saborosa. Desesperada, ela pede ao vampiro que lhe ensine a ficar mais saudável e saborosa.
Comentário: Esse mangá é muito bom, pena que não tem cenas hot, mas ainda sim é muito bom mesmo. Vocês não vão se arrepender de ler.
Link para quem estiver interessado em baixar:
http://www.4shared.com/file/35688449/b469ff7e/MangadreamVanpaia_ni_Onegai.html
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Vamos aprender um pouco de japonês?
Como eu tinha prometido a vocês vou começar a colocar no Blog algumas dicas para aprender o idioma japonês. Espero que gostem e achem divertido aprender. ^^
01: O idioma japonês
A primeira coisa que você precisa aprender é que no Japão existem 3 sistemas de escrita que são usados simultaneamente. Você certamente já ouviu falar do "ideograma" ou kanji, mas talvez ainda não conheça esses:
O hiragana é um silabário usado para as palavras naturais da língua japonesa, também são usados como auxiliares gramaticais chamados de "partículas" ou ainda como complementos verbais, indicando o tempo (passado, futuro), por exemplo.
O outro chamado de katakana é usado para palavras de origem estrangeira ou onomatopéias (descrição de sons como "tic-tac", "toc-toc"). Normalmente em um texto, também utiliza-se esse silabário para dar destaque a uma palavra ou frase.
Já o kanji ou ideograma não é um alfabeto silábico como hiragana ou katakana, e sim ideográfico, cada kanji representa uma idéia, conceito ou objeto . Existe um conjunto básico de kanjis chamado Jouyou Kanji, que são os 1945 mais frequentes e que seriam de conhecimento indispensável.
Os kanjis foram inseridos no japão através dos chineses, e por sua própria origem chinesa, os kanjis podem ser lidos de duas formas diferentes: a leitura on-yomi, que é a chinesa e nos dicionários aparece como letras maiúsculas e a leitura kun-yomi, que seria a japonesa q aparece como letras minúsculas.
Para finalizar temos o romaji, que é a representação de palavras japonesas no alfabeto ocidental. Por exemplo, Brasil em em katakana seria ブラジル, em romaji seria burajiru, ou seja, é a transcrição da pronúncia usando o alfabeto ocidental.
Nas próximas licões vamos as características e funções de cada um desses sistemas, começando pelo hiragana e katakana.
Exemplo de Kanji.
Esse kanji representa a palavra Amor.
Exemplo de Katakana.
Exemplo de Hiragana.
Espero que tenham gostado. ^^
Agradecimentos: Ao pessoal do Otaku Project por seu impressionante trabalho. Arigatô Minna-san. ^^
Beijinhos da Tenshi-senpai.
Fonte: http://www.otakuproject.cjb.net/introducao_01.html
sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Aqui esta minha primeira one - shot '' Teacher'' neste blog
Sinopse: Sakura é uma professora exigente e competente do colégio Konoha School Academy onde leciona Ciências, porém sua beleza exótica e sensualidade fazem muito sucesso entres os alunos e os professores.
Sem falar de suas constantes discussões com Sasuke, um de seus alunos mais indisciplinados e que não medi esforços para enfrentar – lá.
Ambos continuariam brigando? Ou irem levantar a bandeira branca?
ESSA ONE É DEDICADA A MY BEST DIANA _BODY
Quem ficou interessado, o link está abaixo:
http://fanfiction.com.br/historia/153143/Teacher/ageconsent_ok
Novata na equipe Aishiteiru Shoujo

Sou Integra Hellsing e estou fazendo uma parceira com minha amiga Tenshi, bem aqui no Aishiteiru Shoujo.
Prometo trazer diferentes e divertidas matérias para vocês, curiosidades e inovações sobre Animes, Mangas, Fanfic’s e a maravilhosa cultura japonesa.
Sou fã de Animes desce de muito pequena, passava horas assistindo diversos tipos deles e comendo besteiras, a cada dia meu amor por eles sempre tende a crescer cada vez mais e mais.
Também sou fã de SasuSaku, é um dos meus casais do mundo dos Animes.
Sou escritora de fanfic’s deles de diferentes estilos e gêneros.
As vezes me falam que deveria ter nascido japonesa, já que sou incondicionalmente apaixonada pela cultura deles.
Aishiteiru Shoujo é o lugar certo para você que ama loucamente tudo em relação ao Japão .
Vou ficar por aqui gente ... bye e até a próxima !!!
sábado, 23 de julho de 2011
Memórias de uma Gueixa. Afronta a cultura Japonesa.
Não se baseia com esse filme, foi feito por um americano.
“Memórias de uma Gueixa” gerou muita polêmica no Japão. Afirmando que não existem atrizes japonesas com bom inglês no mercado, Rob Marshall escalou duas chinesas (Zhang e Li) e uma malaia (Yeoh) para interpretar suas gueixas. Esta opção gerou quase uma crise diplomática em terras nipônicas quando foi anunciada. Imagine um filme sobre o carnaval carioca com atores argentinos! Pois bem, é assim que os japoneses estão se sentindo. Não era para ter atrizes japonesas com bom inglês e sim atrizes japonesas falando japonês. Depois que o cinema já chegou ao ponto de ter um filme todo falado em aramaico não dá mais para retroceder. Filme com atores orientais, passado no Japão, não dá para ser em inglês. Esta é a principal bola fora do longa de Marshall.
Fonte: http://japaofilia.blogspot.com/2010/05/gueixa-nao-e-puta.html
Comentário: Achei muito legal essa curiosidade que o blog Japãofilia apresentou.
Beijinhos da Tenshi-senpai
Gueixa Moderna
A gueixa moderna ainda vive nas tradicionais casas chamadas okiya em áreas chamadas hanamachi (花街 "cidades de flor"), particularmente durante a sua aprendizagem. Muitas gueixas experientes que são bastante prósperas decidem viver independentemente. O elegante mundo de alta cultura de que a gueixa faz parte é chamado karyūkai ("a flor e mundo de salgueiro"). As mulheres jovens que desejam se tornar gueixas agora muitas vezes começam o seu treinamento depois de concluir o ensino fundamental ou até o ensino médio, com muitas mulheres que começam as suas carreiras na idade adulta. A gueixa ainda estuda instrumentos tradicionais como o shamisen, shakuhachi (flauta de bambu), e tambores, bem como canções tradicionais, dança tradicional japonesa, cerimônia de chá, literatura e poesia. Observando outra gueixa, e com ajuda do proprietário da casa de gueixa, as aprendizes também se tornam habilidosas nas complexas tradições ao redor, selecionando e usando quimono, e na relação com clientes.
Quioto é considerado, por muitos, o lugar onde a tradição de gueixa é a mais forte hoje em dia, inclusive Gion Kobu. A gueixa nesses distritos é conhecida como geiko. O Tóquio hanamachi de Shimbashi, Asakusa e Kagurazaka também é bem conhecido.
No Japão moderno, a gueixa e maiko são agora uma vista rara fora hanamachi. Nos anos 1920 houve mais de 80000 gueixa no Japão, mas hoje há muito menos. O número exato é desconhecido para estrangeiros, mas estima-se que esteja entre 1000 para 2000, maior parte na cidade resort de Atami. O mais comum é ver turistas que pagam uma taxa para se vestirem como uma maiko. Gueixa muitas vezes é contratada para assistir a festas e reuniões, tradicionalmente em casas de chá ou em restaurantes japoneses tradicionais (ryōtei). O seu tempo é medido pela queima de um bastão de incenso, chamado senkōdai ou gyokudai. Em Quioto os termos "ohana"e "hanadai" que significam "taxas de flor", são os preferidos. O cliente toma providências pelo escritório de união da gueixa (kenban), que guarda o horário de cada gueixa e faz as suas designações tanto para entretenimento quanto para o treinamento.
Fonte: http://japaofilia.blogspot.com/2010/05/gueixa-nao-e-puta.html
Beijinhos da Tenshi-senpai.
Treinamento das Gueixas.
Oi pessoal. Desculpem pela enorme demora de postar, mas estou muito ocupada.
Como prometido dessa vez trago para vocês o difícil treinamento das Gueixas.
Tradicionalmente, uma gueixa iniciaria o seu treino em tenra idade. Não obstante algumas delas serem vendidas para casas de gueixas (okiya) ainda muito novas, esta não era uma prática comum nos distritos de melhor reputação. Era frequente, porém, que as filhas de gueixas se tornassem gueixas também, como sucessoras (atatori, que significa herdeiro).
O primeiro estágio deste treino designava-se por shikomi. Assim que as raparigas chegavam à okiyaa, eram colocadas ao serviço doméstico, realizando as tarefas domésticas tal como as criadas. O trabalho era propositadamente difícil para forçar a transformação das raparigas à nova casa, e à nova vida que se lhe apresentaria pela frente. A shikomi mais nova estaria encarregue de esperar acordada pela gueixa mais velha à noite, enquanto esta não regressasse dos seus compromissos, muitas vezes para além das duas e três da madrugada. Durante este estágio, a shikomi frequentaria as aulas na escola de gueixas da sua zona (hanamachi). Actualmente, este estágio persiste, principalmente para acostumar as raparigas ao dialecto tradicional, tradições e vestuário dos karyūkai.
Assim que se verificasse a proeficiência artística da aprendiza, e completasse este estágio mediante um difícil exame final de dança, a iniciada passaria ao segundo estágio: minarai. Neste nível, a minarai é dispensada dos deveres domésticos para desenvolver e exercitar o treino anterior, já fora de casa e da escola, seguindo o exemplo de uma gueixa mais experiente — a sua onee-san, ou "irmã mais velha" — cuja ligação simbólica é celebrada através de um ritual. Embora já participem em ozashiki (banquetes em que os convidados se fazem acompanhar de gueixas), não participam a um nível avançado; os seus quimonos, mais elaborados que os das maiko, são concebidos para deslumbrar quanto baste, para compensar. Embora as minarai já possam ser contratadas para festas, tipicamente não são convidadas para as festas em que a sua onee-san participe — são, porém, sempre bem-vindas. Tipicamente, uma minarai cobra 1/3 hanadai, e trabalha em conjunto com uma casa de chá (designada minarai-jaya), aprendendo com a oka-san, i.e., a proprietária. As técnicas desenvolvidas neste estágio não são sequer ensinadas na escola, já que o nível de conversação e brincadeiras só poderá ser desenvolvido através da prática. Este estágio dura, em média, apenas um mês.
Após um breve período, inicia-se o terceiro (e o mais famoso) estágio: maiko. As maiko são aprendizes de gueixa e podem permanecer neste estágio durante vários anos, aprendendo através da sua irmã mais velha e seguindo-as para os seus compromissos. A relação irmão mais velha/irmã mais nova (onee-san/imoto-san) torna-se, assim, de extrema importância, já que a movimentação adequada da maiko em toda a hanamachiirá depender da sua irmã mais velha, que já estabeleceu contactos e relações de amizade. Para além disso, é à onee-san que cabe a transmissão do saber entreter os convidados, como as técnicas de sedução, como servir o chá, jogar shamisen, dançar, manter uma conversa casual, e tudo o necessário para que a maiko se torne conhecida e solicitada para futuros convites a casas de chá e reuniões. A onee-san ajudará a aprendiza a escolher o seu nome profissional, tipicamente através de kanji ou símbolos relacionados com o seu nome.
Ao final de um período suficientemente longo, e dependendo da região — em Tóquio seriam seis meses, enquanto que em Quioto seriam cinco anos — a maiko é promovida a gueixa, passando a cobrar o preço por inteiro. Este é o último estágio e durará até ao final da sua carreira.
Fonte: http://japaofilia.blogspot.com/2010/05/gueixa-nao-e-puta.html
Beijinhos da Tenshi-senpai
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